2016 é o ano de Jared Leto (Por GQStyle Brasil)

Jared Leto é a capa da GQStyle Brasil e essa edição traz uma matéria completa com ele na qual ele fala sobre o novo álbum do Mars, Esquadrão Suicida e um mini questionário. Veja a matéria completa.

Tema: O ano de Jared Leto (por Roberto Sadovski)

“Na pele do Coringa, no filme Esquadrão Suicida, o ator entrega mais uma atuação visceral e memorável. Seu 2016 ainda inclui um novo álbum com a banda 30 Seconds To Mars, filantropias, investimentos em startups e ativismo em favor dos animais e de gritos LGBT.

Jared Leto deia ser um sujeito irritante para sentar ao lado em um restaurante ou mesmo cruzar na calçada nos meses que antecederam as filmagens de Esquadrão Suicida, no qual ele dá vida ao vilão Coringa. Ou incômodo. Ou mesmo assustador. ‘Eu trabalhei a risada nas ruas de Nova York e Toronto’, diz o ator de 44 anos. ‘Sabe quando você ouve alguém gargalhar num restaurante? É desconcertante, mas eu gostava de testar as pessoas, descobrir o que as perturbava.’ Se isso é um novo método de interpretação, no set a coisa foi mais além. ‘Eu nunca o vi, desde que começamos a trabalhar, com sua mente fora do personagem’, diz Jai Courtney, que em Esquadrão Suicida interpreta o Capitão Bumerangue. ‘Só conheci Jared Leto depois que as filmagens terminaram’, emenda Will Smith, também no filme como o Pistoleiro, que completa: ‘Até então, eu só vi o Coringa.'”

A Dedicação a se entregar a um personagem já faz parte do repertório desse cidadão da Louisiana, que trocou o sul dos EUA por Los Angeles, na Califórnia, no começo dos anos 90. O sonho era tornar-se músico, e a atuação seria um ‘bico’. Depois de emprestar o rosto de moleque a um punhado de séries de TV, ele viu sua carreira ao surgir como o adolescente largado na série Minha Vida de Cão, que em apenas 19 episódios, exibidos entre 1994 e 1995, deu voz a uma eração pré-milênio que se enxergou na protagonista intepretada por Claire Danes. Boa-pinta e com um ar de bad boy que quer colo, Leto passou para o topo da lista dos produtores de elenco, que logo o colocaram à frente de um dos filmes de terror autorreferentes surgidos na estreia de Pânico: Lenda Urbana, de 1998. Apesar do malho da crítica, foi um sucesso fincanceiro, e Hollywood lhe estendia os braços.

Mas a última coisa na mente de Jared Leto era ser o galã da vez. Fugindo de projetos fáceis, ele conseguiu um papel em Além da Linha Vemelha, do recluso e genial Terrence Malick, lançado em 1998. No ano seguinte, surgiu em Garota, Interrompida, ao lado de Angelina Jolie e Winona Ryder, e teve seu rosto arrebentado em Clube da Luta, porque Edward Norton ‘queria destruir algo bonito’. Alternou o cinemão (O Quarto do Pânico, Alexandre) com filmes mais fora da curva (O senhor das Armas, Sr. Ninguém). Em 1999, perdeu 12 quilos para interpretar um viciao em heroína que encara uma esperial descendente sem volta em Réquiem Para um Sonho. Em 2007, engordou 30 quilos para viver o assassino de John Lennon em Capítulo 27. Sem negar os extremos, tirou o pé do acelerador no cinema nessa época para se dedicar a sua banda de rock, 30 Seconds To Mars.

Sua transformação mais radical até o momento é também a que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante em Clube de Compras Dallas, em 2013, que ele rodou após um hiato de cinco anos sem filmar. Para viver uma mulher transgênero que contrai o vírus da aids, Leto não só perdeu 15 quilos como se manteve como o personagem durante as filmagens – o que já se tornou padrão. Outros traços do manual do astro moderno? Ele é vegano, investidor em startups envolvidas com mídias sociais e tecnologia, defensor ferrenho dos direitos dos animais, ativista dos direitos das minorias LGBT, filantropo e participante ativo de diversas instituições de caridade. Tudo como manda o figurino.

O Coringa, nesse sentido, surge como uma ruptura, um personagem sem nenhuma fronteira moral, uma folha em branco a ser explorada por um ator disposto a ir além. Mesmo inserido em entretenimento pop como Esquadrão Suicida (o filme faz parte da tentativa da warner/DC em erguer um universo cinematográfico compartilhado), Jared Leto chuta a porta e chega disposto a deixar sua marca. Em 1989, Jack Nicholson redefiniu sua carreira como o Palhaço do Crime em Batman, de Tim Burton. Heath Ledger ganhou um Oscar (póstumo) como nêmesis do herói de Gotham City em O Cavaleiro das Trevas, que Christopher Nolan dirigiu em 2008. Jared Leto não poderia estar em melhor companhia.”


A Outra Face de Jared Leto: O astro empresta seus olhos azuis à coleção Maverick, dos óculos Carrera.

Maverick, na visão da marca, são caras como ele, que pensam fora da caixa e fazem acontecer. Para Jared, isso tem tudo a ver com os planos para sua banda, 30 Seconds To Mars.

GQ: Quais os projetos com o espírito Maverick nos quais você está envolvido?

Jared Leto: Espero que o próximo álbum do Mars se encaixe nessa categoria. Ele representa uma grande evolução para a banda. Mas cabe às pessoas julgar.

GQ: Você poderia falar mais a respeito de sua experiência com a banda e do projeto Camp Mars?

JL: O Mars é uma parte enorme da minha vida. Temos o privilégio de viajar por aí e planejar como serão os shows, os eventos, e onde serão. O Camp Mars é um espaço onde as pessoas têm contato com a natureza e ouvem boa música com amigos e família.

GQ: Novidades para 2016?

JL: Um novo álbum. E o Camp Mars.

Texto: Roberto Sadovski

Fotos: Toby Knott

Styling: Gina Ortega

Créditos e fonte: Revista GQStyle Brasil

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Publicado por Bianca em 08/jun/2016

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