Entrevista: “Sou hiper focado, eu diria. Quando faço filmes, eu me dedico completamente”, diz Jared

Em julho deste ano, aconteceu a primeira edição do European Innovations na Itália, apresentado pela Gucci.

Jared foi um dos palestrantes do evento que durou três dias e conversou sobre tecnologia, seus investimentos e nas dificuldades e preconceitos que encarou no início de qualquer jornada que traçou em sua vida, principalmente montar uma banda e tornar-se investidor.

Nossa equipe fez um resumo sobre essa conversação. Confira logo abaixo do vídeo.

“Queria dizer que adoro esse país [Itália]”, Jared inicia a conversa. “Não quero mais ir embora.”. Que Jared é investidor, não é novidade para nós, mas você sabia que ele é um dos mais procurados pelas startups para parcerias tecnológicas, além de consultor criativo de empresas físicas?

Jared vai muito mais além de atuar e cantar. E, incrivelmente, ele está indo muito bem em todos os caminhos que percorre em sua carreira. Algumas das empresas as quais Jared investe são: Uber, Airbnb, Slack, Spotify, Snapchat, dentre outras.

“Primeiro, tentarei ser o mais honesto possível nas respostas. Ao menos alguma vez na vida, porque vocês já tiveram outras palestras com bastante informação e quero ter certeza de que essa não seja a conversa mais chata do festival.”, diz Jared. “Eu invisto em empresas por duas razões: o produto e as pessoas. E ambos têm que ser parceiros um do outro. Tenho sido incrivelmente sortudo, quero dizer, eu cresci muito pobre, não tive uma educação boa mas sempre fui muito curioso. Li bastante, fiz perguntas, provavelmente perguntas idiotas e eu amo aprender.”, explica Jared em como iniciou seus investimentos e como eles são bem sucedidos. “Então investir em tecnologia é meio que um jeito de desafiar a mim mesmo, de crescer, conheci as pessoas mais incríveis ao redor do mundo e isso mudou minha vida. E não estou falando de recompensas financeiras por me tornar ou ser sortudo como investidor, mas sim sobre aprendizado, sobre as pessoas, as conversas, a educação. Ser capaz de acompanhar essas empresas, mergulhar tão profundamente quanto essas pessoas querem que eu mergulhe. Se eu puder ajudar em uma empresa, farei isso da melhor forma que eu puder. Também fico feliz em apenas aparecer e aplicar um pouco de dinheiro para o que precisarem.”, Jared conta sobre o seu processo de investimento não ser apenas aplicação de dinheiro, mas sim, de ajuda física.

A jornalista indaga: O que acontece se você gostar do produto mas não das pessoas ou vice-versa?
“Eu não tenho que amar exatamente todas as pessoas das empresas, quero dizer, existem algumas organizações as quais investi onde eu pensei que o dono fosse meio que ‘Caramba, esse cara é como um animal. Como eu quis fazer parte dessa empresa?’, acho que é um mito que todo o líder precisa ser um Gandhi e um ótimo CEO. Sabe, não estaríamos sentados aqui sem nossos Iphone no alto agora se fosse o caso. Apenas voltando por um segundo, por exemplo, acho que se as pessoas conhecessem robin hood que é um aplicativo de serviços, é incrível, divertido e apaixonante. Eu diria que eles meio que têm uma fanbase ao invés de clientes o que é muito importante. Quando eu investi na Robin Hood, eles não têm um determinado produto mas foi um dos investimentos os quais eu chequei com minhas fontes, com pessoas que conheci, aprendi e respeito nesse negócio, me disseram para eu não investir nela. Mas eu acreditei verdadeiramente nas pesssoas mesmo se o produto não estiver lá ainda.”.

Investimentos são diversos, não são produtos de consumo, então você falou das pessoas mas existem falhas na tecnologia também, de conexão em termos de plataforma de tecnologia, serviços atrapalhados. Você procura por parceiros?

“Não ligo muito para qualquer coisa que esteja envolvido nisso, para ser honesto. Amo comida também, por exemplo. Procuro coisas na biociência, agricultura e como a tecnologia informa e influencia essas coisas. Eu amo aprender, é claro amo ganhar. Quero fazer parte de companhias bem sucedidas como investidor, seja Uber ou Slack, ambos são produtos e um time de pessoas.”. Explica Jared sobre estar procurando parcerias ou até mesmo sócios para seus investimentos.

Jared também explica sobre a possível substituição de humanos por robôs nas maiores indústrias e pequenas empresas tecnológicas. “A segunda parte é definitivamente a verdade (sobre a tecnologia democratizar algumas coisas e startups terem uma fanbase forte), mas a primeira parte (sobre a substituição de mão de obra humana por máquinas), quero dizer, claro que você não quer desvalorizar o capital humano e eu não acho que você permaneça em uma forma de progresso. É o cenário da ‘corrida de cavalos’ de Henry Ford, ele disse que ‘se perguntarmos para os clientes o que eles querem e provavelmente eles diriam que querem o cavalo mais rápido’, e claro, você pensa ‘Bom, eu não sei, precisamos proteger as pessoas e esses negócios’, Nós sempre vamos achar meios de nos manter ocupados. Não quer dizer que fizemos um bom trabalho até aqui, talvez nós esquecemos aqueles gráficos e curvas, mas parece que nós trabalhamos 20 horas por semana atualmente de acordo com esses gráficos. Alguém mais esperto que eu provavelmente saberá melhor.”. Jared continua, “Muitas empresas estão utilizando máquinas de alguma forma, é como dizer que todas as empresas são ou devem ser desenvolvidas de alguma forma por conta disso, pensando em objetos. Todos nós estamos usando inteligência artificial e banco de dados. Todos nós estamos conectados como planeta, e isso meio que envolve tecnologia que ajuda a envolver tudo isso, pelo menos para mim isso é meio que exotérico mas existe um cara que escreveu um livro sobre a tecnologia estar viva. Acho que de alguma forma isso é atraente de se pensar, de discutir.”. Sobre a tecnologia à nosso favor: “Na minha opinião, tecnologia são ferramentes. E ferramentas podem ajudar as pessoas. Historicamente no futuro vamos achar forma de ajudá-las, e se elas [tecnologias] podem machucar as pessoas, vamos achar alguma saída. Acho que há muitas coisas boas para fazer com a inteligência artificial, se você observar as eleições e o que acontece nos EUA, para ser mais claro, por exemplo, como a tecnologia pode ser poderosa, nós estamos engatinhando sobre o que possivelmente acontecerá com essas coisas. Sabe é meio que televisão tomando lugar dos rádios, quero dizer, quem imaginava que há 10 anos atrás seríamos capazes de ouvir podcast?Existem coisas que estão provando não ser verdade. Ouvir e não ver, deve ser atraente. Ou as pessoas devem manter-se lendo constantemente. Tecnologia não precisa sempre matar tudo. As vezes ela faz com que as coisas sejam mais significativas, mais valorizadas. Nos dão perspectivas criatividades e menos desperdício. Eu investi em uma empresa chamada DocuSign a qual eu amo. A missão deles é meio que acabar com o uso de papéis.”.

Passando do assunto da sustentabilidade, entramos em algo extremamente valioso para a tecnologia nos tempos atuais em que vivemos. “Devido ao stream estar em alta hoje em dia onde as pessoas podem ouvir música ou assistir séries e filmes através dos celulares, como lidar com um público que talvez futuramente possa ser substituído por tecnologia?”, pergunta a jornalista. Jared é sistemático, “Eu diria que é meio que um encontro online, você flerta à distância mas é bom conhecê-la pessoalmente. Você pode ir mais longe com 1 e 0 e acho ótimo você assistir as turnês. Eu sou sortudo e beneficiado quando mais e mais pessoas vão aos shows ao redor do mundo, porque acho que temos mais experiências em abundância do que por trás de um dispositivo. Nós ficamos na frente de nossos computadores por tanto tempo, o dia inteiro em nosso trabalho, seja criando ou escrevendo. Ter essa experiência visceral em nossos shows tem sido fisicamente atraente. Enfim, um evento físico é importante para as pessoas porque o o que mais vejo o tempo todo são pessoas segurando o celular nos shows e alguns artistas as vezes dizem ‘Guardem seus celulares, curtam o momento.’. Eu acho ótimo quando pessoas querem compartilhar com os amigos, isso é significativo.”. Ele acrescenta, “Não existe melhor sentimento ou experiência no mundo do que estar no palco compartilhando sua música com o público. É muito especial.”. Jared brinca, “Gostaria que tivesse um show aqui e convidar todos para assistir. Em nossos shows há muita comunicação, conexão. Como vocês podem ver, a forma que nós rimos e conversamos, nossos shows são assim. Existe muita troca com o público, muitas cantorias, o publico é muito apaixonado e fora de suas mentes, mas é algo lindo de se ver. Pessoas que individualmente provavelmente não concorda com algumas coisas, mas por alguma razão concordam e interagem juntos naquela uma hora e meia.”.

Sobre as pessoas as quais Jared confia em aplicar seu dinheiro, se existe alguém com quem ele possa contar para isso, ele responde, “Mamoom Hamid, meu amigo. Ele é da Kleiner Perkins, ele basicamente me apresentou Slack. Obrigado, amigo. Quando eu invisto, sou obcecado. Amo aprender tudo o que posso sobre a empresa. Sempre mando e-mails e mensagens de textos para ele e conversamos várias vezes toda a semana sobre novas empresas. Ele me ensinou muito, seu gosto é ótimo. Ele é provavelmente é um dos mais importantes ingredientes que existem para os investidores de integridade. Sua reputação é fenomenal nesse ramo então acho que é realmente importante. Meu amigo Berman está aqui também, e ele é um investidor muito intuitivo, fazemos acordos juntos.”. Sobre a caminhada de Jared ter sido um pouco difícil no começo, “Quero dizer, o que posso oferecer para uma empresa de tecnologia, sou apenas um artista retardado que abandonou a escola, mas que trabalha duro e tem alguma fortuna. Porém eu aprendi a ter perspectiva e trabalhei em muitas empresas diferentes. Também abri empresas, tenho 30 funcionários disponíveis o tempo todo, tenho 60 funcionários na estrada com a banda.”, exemplifica Jared sobre sua experiência como empresário. “Ter uma banda é meio que iniciar uma startup, você tem um grupo de pessoas numa garagem com computadores ao redor usando softwares e ferramentas para escrever músicas, fazer álbuns. Você envolve bastante marketing e todas essas coisas como músico. A gravadora é meio que seu capital e lei, embora seus termos estejam atrasados. Há muita similaridade e ainda a paixão pelo seu produto pode ser a sua primeira linha de defesa, especialmente como uma empresa nova. Eu costumava mandar para Steart Butterfield nossos produtos, pequenas colaborações, atualizações e notas. Quando as pessoas têm grandes problemas públicos, são desafiodores. As vezes trago isso para mim para conversar, porque é uma boa conversa para se ter com o mundo. Faço muito isso. Como uma empresa constrói conteúdo, eu tenho feito coisas como diretor, produtor, ator há 25 anos. Então se eu puder ajudar de alguma forma, irei ajudar.”.

Quando Jared sabe sobre a integridade alguém não ser boa? Ele não hesita em responder, “Eu pergunto. Existem muitos sociopatas por aí, especialmente nos negócios. Existem grandes empresas que têm sociopatas no comando para ser honesto. Eles são ótimos CEOs, mas provavelmente por vezes não são ótimas pessoas. Existem muitas empresas de milhões de dólares sendo gerenciadas por sociopatas, as vezes até países [aplausos por parte do público].”, os espectadores do festival também não hesitaram em ovacionar com agitação o discurso do Jared no meio da conversação, que foi, no mínimo, sensata. “Aconteceu recentemente onde eu fui conhecer uma empresa impressionante, com grande tecnologia e eu estava muito empolgado para aprender um pouco mais sobre ela, depois eu vi notas de algumas pessoas que me disseram ‘Melhor você ficar longe desta’, apenas pergunto. Sou muito curioso, amo aprender e ler sobre. Leio bastante.”.

Se Jared tem alguma fonte de notícias a qual ele confia?, Ele explicou depois de falar sobre os males das redes sociais atualmente. “Sabe por que eu gosto do snapchat? porque é uma forma rápida de conversa curta. A Mídia social não é a melhor coisa para a sua saúde mental. Você fica um pouco ansioso por rolar a timeline sem parar, quero dizer, não é um lugar saudável. Você precisa ter disciplina. E é por isso que eu amo o snapchat, porque é um lugar onde compartilho coisas e não tenho que ouvir ou ler sobre o comentário que você deixou na minha publicação, onde eu quero chegar é que lá você posta uma foto bonita do pôr do sol e pessoas chegam rapidamente para dizer ‘Não está tão bom assim.’“, diz Jared. “Tenho amigos que tem um pequeno negócio de meio de comunicação e coisas assim que eu gosto bastante. Existem ótimas fontes, conheço fundadores que são ótimos investidores. Ouvir pessoas e testar novos produtos é o que acontece comigo muitas vezes. E não somente tecnologia mas comida e quitute, ver algo, testar e em seguida ligar para o CEO. Fiz isso muitas vezes. Eu trabalho com investimentos há 4 anos e finalmente pude perguntar se eu podia fazer parte da empresa. Eu cacei empresas por anos, implorei e rastejei para fazer parte delas. Mas eu amo isso, tem sido algo divertido.”.

Chegando quase no final da conversação, Jared aproveitou para dar uma palavrinha pessoal sobre o anseio e necessidade das pessoas em estarem sempre conectadas em seus dispositivos. “Se eu pudesse encorajar as pessoas de fazer apenas uma coisa aqui, e eu sei que ninguém vai me ouvir, seria desligar seu celular. Todos nós devemos lembrar a nós mesmos sobre isso. Desligue. Seja por uma ou cinco horas. Cheque uma vez ao dia durante alguns dias. Se você tiver alarme ou algo do tipo, desligue por 24h. Sinta como seu corpo age, não apenas sua mente. Isso é parte da tecnologia. A ansiedade, o estresse. Porque estamos acorrentados nessa trilha digital, é tão bom deixar isso ir embora o máximo que você puder. Seu trabalho será melhor, seu cérebro, seu corpo. Tudo será melhor. Sua conversa será melhor.“, e sobre como Jared gerencia todas as suas redes sociais (que são muitas por sinal), sendo que disse que não está muito ligado ao que acontece na internet, principalmente em seus perfis, que são muito populares. “Eu faço muito isso. Sou sortudo porque eu tenho assistentes os quais eu dou meu celular. Se algo de importante aparece, eles podem responder sem problema algum. Isso é muito benéfico para mim, principalmente como uma pessoa criativa. Eu sempre tento começar o dia sem pegar no celular. Não é sempre que venço mas gosto de passar as primeiras horas do dia sem o celular o máximo que eu puder.”.

Indo para as perguntas da plateia, iniciam com uma um tanto quanto interessante: Se pudesse iniciar uma startup qual seria o foco dela?

Jared responde, “Dor. Dor física, acho que existem muitas pessoas no mundo que sofrem de dor crônica e isso é muito desabilitante, é esmagador. Eu lido com isso há dois anos. É algo que precisa ser observado sem uso de opiácios os quais são horrivelmente epidêmicos pelo menos nos EUA. É um foco interessante. Saúde mental também, eu investi em uma empresa chamada Modern Helth a qual é fascinante, eu encorajo as pessoas a verificá-la. Investi em uma empresa chamada headspace. Eu uso Headspace o tempo todo, sou um cliente fervoroso. Voltando ao que conversamos antes, assim como máquinas e tecnologias podem fazer algum trabalho para a gente, devíamos ter mais tempo em nossas vidas, sermos mais mental, porque vamos envolver mais espaço em nossas mentes e coração e tornarmos a sociedade que queremos ser, não o que somos hoje. E construiremos o futuro que queremos.”.

Então, Jared, Qual foi a ultima vez que você fez nada?

“Tenho pouquíssimo tempo para fazer absolutamente nada”, diz Jared, “mas para mim reconheço que meu trabalho, minha vida, as pessoas ao meu redor me beneficiam também. Qualquer meditação que eu faça, o que é ótimo porque meditação não é apenas para si mesmo, também beneficia todos ao seu redor. Você meio que consegue um bom sentimento. Eu gosto de escalar, caminhar ou andar, para mim é meio que uma forma de fazer nada, e claro a melhor forma de fazer nada de acordo com Dalai Lama é dormir.”. A mesma moça que fez essa pergunta tornou a convidar Jared para fazer nada durante 3 minutos naquele momento. Jared respondeu, “Tenho poucos minutos com meu público nesse momento, pois a conversação tem tempo marcado, mas vocês que escolhem, se quiserem que façamos absolutamente nada durante 3 minutos por mim tudo bem, se deseja, continuar com a conversação, por mim tudo bem também, quem manda é vocês, embora eu já saiba que vocês irão escolher a segunda opção.”.

E conforme dito, não demorou muito para a outra pergunta da plateia vir, Jared responde, “Frequentemente invisto pouco em algo que ofereça entretenimento, exceto Spotify ou Frame IO. Eu realmente não me interesso pelo entretenimento, eu meio que tenho regras para ficar longe disso. É uma indústria complicada até para a música. O negócio dos streams tem sido muito útil, acho que é algo fantástico, mas eu geralmente me mantenho longe disso. Contamos histórias por muito tempo através de um retângulo, talvez isso mude em algum ponto, imagens tridimensionais que alguém imaginou em um retângulo. Mas também significa que você mudaria o jeito de contar histórias e eu sei que pessoas estão trabalhando em realidade virtual onde eu meio que toquei meu dedo nesse território em alguns momentos mas acho que estamos um pouco longe disso. Eu não acho que muitos de nós não andaria por aí com um console na cara até sermos capazes de apenas meio que colocar as imagens em nossos cérebros e provavelmente tirar as histórias desse retângulo. Turnê é um bom lugar para algumas inovações e tecnologias, quero dizer, nas viagens e fretes. Tive que trazer a bateria do meu irmão da Califórnia até Europa, o que leva muito tempo e é caro. Tivemos três partes dela voando pelo mundo e ele tem uma bateria muito grande. Como você faz turnê pelo mundo é incrivelmente ineficiente e antiquado. Então, eu nunca investiria nisso. É um pouco frustrante, mas funciona.”.

E sobre o poder de dize não, o maior segredo do sucesso de Jared: “Eu sou hiper focado, não diria fixado mas sou hiper focado em tarefas que estão na minha frente. Quando eu faço filmes, eu me dedico completamente nisso. Quando estou em turnê ou fazendo música, eu mudo a marcha e foco nisso. Se eu faço acordos ou qualquer outra coisa eu tento não pular fora o máximo que posso. Tenho muitas coisas na minha vida mas sou muito bom em dizer não, um grande amigo meu me ensinou isso, a maioria de vocês devem conhecer Elon Musk, me ensinou o poder de dizer não.”.

ATENÇÃO: A CÓPIA TOTAL OU PARCIAL DESTE ARTIGO É TERMINANTEMENTE PROIBIDA.

Tradução feita pela nossa equipe.

Publicado por Bianca em 26/ago/2019

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